terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ela vai tocar quando eu Casar


O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém



A música mais Bonita que já ouvi e dispensa comentários porque fala por si só!!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Bom gosto é Fundamental


Vivi sua looouca, onde está o seu cabelereiro, Darling?

Gente... Viviane Araújo (ou melhor, seu cabelo) é a prova viva de que dinheiro não compra bom gosto.

Deus do céu, a mulher troca a cor do cabelo, faz escova, chapinha, alisamento e o "caraleo" à
 quatro e o resultado é sempre o mesmo, ou seja, continua péssimo!
É uma cor que não consigo descrecer (nem ela, eu acho). Parece aquela criatura que resolveu pintar o cabelo uma vez e agora o cabelo "grita" por uma retocada e a coitada não tem dinheiro pra tintura.

Sério, não é inveja mas ela definitivamente foi infeliz na escolha do seu cabelereiro, do personal stylist, das tatuagens e isso sem entrar no quesito Maridos que daria uma boa história mas nem vou comentar. "Não hoje, não agora, não aqui!"




Amada aproveita as influências e pede o número do telefone do Marco Antonio de Biaggi , do Rodrigo Cintra,  Julinho do Carmo e se jogaaa!!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Marcha




As ordens da madrugada

romperam por sobre os montes:

nosso caminho se alarga

sem campos verdes nem fontes.

Apenas o sol redondo

e alguma esmola de vento

quebram as formas do sono

com a idéia do movimento.



Vamos a passo e de longe;

entre nós dois anda o mundo,

com alguns mortos pelo fundo.

As aves trazem mentiras

de países sem sofrimento.

Por mais que alargue as pupilas,

mais minha dúvida aumento.



Também não pretendo nada

senão ir andando à toa,

como um número que se arma

e em seguida se esboroa,

- e cair no mesmo poço

de inércia e de esquecimento,

onde o fim do tempo soma

pedras, águas, pensamento.




Gosto da minha palavra

pelo sabor que lhe deste:

mesmo quando é linda, amarga

como qualquer fruto agreste.

Mesmo assim amarga, é tudo

que tenho, entre o sol e o vento:

meu vestido, minha música,

meu sonho e meu alimento.



Quando penso no teu rosto,

fecho os olhos de saudade;

tenho visto muita coisa,

menos a felicidade.

Soltam-se os meus dedos ristes,

dos sonhos claros que invento.

Nem aquilo que imagino

já me dá contentameno.



Como tudo sempre acaba,

oxalá seja bem cedo!

A esperança que falava

tem lábios brancos de medo.

O horizonte corta a vida

isento de tudo, isento…

Não há lágrima nem grito:

apenas consentimento.

                                          Cecília Meireles